Por Cuca
13 abril, 2017

Alergias e intolerâncias alimentares não são frescura, são doenças!


BARRIGA SEM CONTAMINAÇÃO POR GLÚTEN X BARRIGA CONTAMINADA
Parece até antes e depois de gravidez, mas a diferença é de alguns dias apenas.
Minha barriga normal é a da esquerda e a da direita é como ela fica quando tenho contaminação por glúten.
É bizarra a diferença e ela incha dessa forma em 30 minutos.
Além do inchaço, sofro outras inúmeras consequências que são bem piores que estéticas. Dor de barriga, dor na barriga, choques embaixo da pele, calafrios, vômito e por ai vai. Em 2 dias começo a desinchar, mas para ficar zerada, muitas vezes demoro até 1 semana. Depende da intensidade da contaminação.

Já fui super neurótica com contaminação, como podem ver, com toda razão.
Nunca coloquei 1 alimento com glúten na boca por querer. Mas já tive inúmeras contaminações sem querer.
Porque mentiram que não tinha farinha, porque os cardápios não são sinalizados, porque os restaurantes não se importam com os alérgicos (a maioria ), porque os hotéis também não se importam (a maioria), porque não dão treinamento adequado aos garçons (coisas que seriam bem simples), porque as pessoas (inclusive amigos e familiares) acham que doença é frescura. Não é!
Depois da alergia da Sophia ao leite e a dieta extremamente restritiva que tive que fazer por meses para amamenta la, acabei baixando a guarda comigo.
Cansei de tanta restrição! Cansa muito você estar sempre alerta.
Como tenho que manter minha atenção a tudo da Sophia, acabei flexibilizando o meu para não pirar. Ainda como 90% do tempo em casa e tomo cuidado na rua ou na casa das pessoas. Mas depois de 5 anos, esse ano resolvi voltar a comer pizza (na verdade comi 2 vezes só ) . Ela é sem glúten, mas não é assada em ambiente 100% descontaminado. Como e rezo para não passar mal. E penso que se passar foi por algo que eu escolhi e não porque o garçom mentiu pra mim, depois de eu ter ficado 1 hora olhando o cardápio e tentando encontrar algo que eu pudesse comer.
Já perdi a esperança das coisas melhorarem a curto prazo em relação aos restaurantes e hotéis, então continuo vivendo a vida sem glúten, a da minha filha sem leite e por aí vai.
Já tenho experiência em todos os tipos e níveis de restrição alimentar. E só quem vive assim sabe o quanto é cansativo!
Por isso, continuo dividindo minhas descobertas por aqui.

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ps; as fotos foram tiradas: (barriga sem glúten) 08 de abril de 2017 e a outra (barriga de glúten) 28 de março de 2017. Ou seja, 10 dias de diferença.

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